O cenário econômico já não parece tão apavorante. As medidas econômicas nos Estados Unidos e no resto do mundo parece surtir efeito e as bolsas de valores operam em melhor situação do que há algumas semanas atrás.
Bom, se ações continuam sendo um bom investimento, principalmente se for a longo prazo, é importante acompanhar o dia a dia das bolsas e a situação das ações e das empresas.
Também é muito importante compreender o mercado. Para investir em ações é preciso escolher bem os ativos e compor uma carteira de investimentos. Existem duas formas para compreender melhor tudo isso, são as duas principais teorias utilizadas para selecionar bem os ativos: a análise fundamentalista e a análise gráfica
A análise fundamentalista considera os fundamentos de uma empresa, baseados na interpretação de dados e indicadores disponibilizados e considerados como verdadeiros. Essas interpretações são controversas e dificilmente conseguem prever o comportamento dos preços dos ativos.
Na teoria fundamentalista, além do investidor não possuir o “timing” da operação, ele não consegue aproveitar o “zig zag” constante das ações, muito menos se prevenir de fortes realizações.
A análise gráfica ou análise técnica, por sua vez, considera que todos os fatores necessários estão representados nos gráficos à medida que estes traduzam o comportamento do mercado e avaliem, a partir daí, a participação desses investidores que influenciam na formação dos preços.
Esse tipo de análise, além de identificar ações sobrecompradas (com preços muito elevados) e sobrevendidas (preços muito depreciados), dá o timing correto para efetuar uma ordem. Mas para isso é preciso a quem está efetuando a análise, que tenha conhecimento suficiente para exercer tal atividade. Contudo, apesar da existência de regras claras e objetivas, a aplicação da análise técnica também envolve certo nível de experiência adquirido com muito estudo e através de cursos, onde o aluno conseguirá absorver toda a experiência do professor.

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