A queda quase que generalizada do mercado de ações brasileiro em 2008 – situação essa causada, principalmente, pela debandada recorde de investidores estrangeiros, que somou R$ 24,629 bilhões – fez com que instituições financeiras brasileiras reduzissem suas aplicações em renda variável ao menor nÃvel anual da história. Conforme dados divulgados pela BM&F Bovespa, a participação de bancos e outras empresas do segmento nos negócios totais foi de 7,8% pela média. É a primeira vez que o Ãndice encerra um ano abaixo de dois dÃgitos desde o inÃcio da série histórica do levantamento, datado de 1994. No ano anterior, a participação havia ficado em 10,4%. Mas com melhores oportunidades e um certo fôlego verificado nos primeiros dias do ano, a expectativa é que haja uma retomada dessas aplicações, assim como dados apontam para uma tendência de retorno do capital internacional: nos três primeiros dias úteis do ano, o Ibovespa – que mede a variação das principais ações negociadas – já acumula recuperação de 12,68%, depois de cair mais de 40% no ano passado.
A facilidade de se começar a investir será um dos pontos em que baterei com freqüência pois é notável o número de pessoas que não investe na bolsa por achar isso algo inacessÃvel e difÃcil.
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Posse do presidente dos EUA dá tranquilidade ao mercado financeiro
O mercado financeiro internacional tem vivido um otimismo repentino desde as festas de fim de ano, diante da proximidade da posse de Barack Obama e isso tem se refletido no Brasil. É o que apontam analistas do setor, entrevistados pela Agência Brasil.
Do dia 2 ao dia 6 de janeiro, por exemplo, o Ibovespa, Ãndice que reúne as 66 principais ações negociadas no paÃs, teve valorização de 12,6% somando 42.312 pontos. Dia 6, o governo brasileiro captou US$ 1 bilhão no mercado internacional, que passou os últimos seis meses com escassez de linhas de crédito, e hoje voltou a obter US$ 25 milhões no mercado asiático.


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